ARTIGO A Importância da contação de história na Educação Infantil.
A Importância da contação
de história na Educação Infantil.
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Resumo:
O presente artigo
aborda um breve histórico da Importância da Educação Infantil contextualizando sobre
importância da contação de história na Educação Infantil, sendo a primeira
etapa da educação básica do Brasil. Nessa fase o processo educativo tem o papel
de construir o lúdico e o desfrutar da imaginação, da criatividade, do gosto pela
história, pelas leituras e pela ampliação do conhecimento da criança, pois
envolve o uso e o desenvolvimento de suas capacidades e habilidades para que a
mesma se torne autora do seu papel dentro
do contexto que se insere. A concepção da contação de história infantis traz abordagem
significativa para a esta fase da criança, pois reflete de dentro para fora, do
simples para o complexo, onde a criança irá fazer escola em relação ao mundo
que a cerca. Sendo assim buscamos situações e lugares onde a criança possa
ampliar e adquirir novas experiências através de leitura e da interpretação das
histórias infantis. Este artigo é resultado de um projeto de intervenção
realizado na Escola Municipal Professora Maria do Socorro Coelho Silva. Situada
na Av; W 7 S/N Setor são Luiz em Guaraí-To.,fundamentado em pesquisa bibliográfica.
Após o finalizar das ações, podemos afirmar os seguintes resultados: melhoria
na interação com os colegas e professores, resolução de conflitos, fixação dos
conteúdos curriculares, ampliação do vocabulário, interesse pelos contos de
histórias e mostraram ter mais aptidões pelas produções orais e desenhos.
Palavras-chaves:
Educação Infantil, Contação de histórias, desenvolvimento da oralidade.
1.
Introdução
Pensando na influência que a
literatura infantil exerce sobre o mundo da criança e que aumenta ainda mais a
responsabilidade do educador no sentido de demonstrar para a mesma as
diferentes formas de linguagem literárias e de descobertas onde a criança possa
gostar de ler e aprender para que o hábito e o gosto pela leitura sejam tão importantes
como alimento para a sobrevivência. Este artigo como fruto de um projeto de
intervenção executado no período de dezesseis de março a treze de setembro de
dois mil e doze. (16/03 a 13/09/2012) pretende apresentar estratégias
pedagógicas e outros mecanismos como alguns métodos de ensino que possibilitem
aos professores desempenhar as atividades com relação à contação de histórias
infantis realizadas na Escola Municipal Professora Maria do Socorro Coelho
Silva, Setor São Luiz Guaraí-To. Enfatizando seu desenvolvimento das ações
experimentais na Educação Infantil, que o ensino infantil é e sempre será parte
integrante desse processo educativo e não pode ser vista como prática isolada,
mas algo em que a criança é parte principal do contexto.
2.
Educação Infantil.
De acordo com Figueiredo (2003), no
Brasil, a Educação Infantil tem sido encarada de diversas formas, geralmente
responsável por assumir funções como: assistência social, sanitária ou higiênica
e, mais recentemente, pedagógica. “De “modo geral podemos dizer que no Brasil
existem dois tipos de Educação Infantil: “A Educação Infantil dos Pobres” e a”
Educação Infantil dos Ricos”.
Segundo ele a Educação Infantil dos
Pobres basear-se na concepção de que a criança das classes trabalhadoras tem
deficiências de todos os tipos (nutricionistas, culturais e cognitivas, etc.).
As mães das classes trabalhadoras precisam de algum lugar onde possam deixar
seus filhos durante o dia, e para isso foram criadas as creches e pré-escolas
públicas, local esse onde as crianças possam suprir as carências proveniente de
seu meio social em que está inserida. Do outro lado tem-se a Educação Infantil
dos Ricos, que também foi criada devido a necessidade que as mulheres/mães precisam
trabalhar fora de casa, mas apresenta apresentam concepções e práticas
diferentes. Os pais nesse caso pagam caro para que as crianças frequentem “escolinhas”,
por isso as instituições esforçam-se para atender aos anseios das famílias que
esperam garantir a melhor educação possível para os filhos.
Há que se entender que a Educação
Infantil não se restringe ao aspecto social e afetivo, embora seja de
fundamental importância para garantir as demais aprendizagens.
A escola dos pequeninos tem de ser o ambiente
livre, onde o princípio pedagógico deve ser o respeito à liberdade e à
criatividade das crianças. Nela, os pequeninos devem poder se locomover, ter
atividades criativas que permitam sua auto-suficiência, e a desobediência e a
agressividade não devem ser coibidas e,
sim, orientadas. Por serem condições necessárias ao sucesso das pessoas.
(SAVIANI, 1994, p.15).
3.
O Ensino na Educação Infantil
O ensino envolve o uso e o
desenvolvimento de capacidade e potencialidades, tanto no aspecto físico como
mental afetivo e cognitivo. Além disso, é um processo dinâmico, contínuo,
pessoal, gradativo e acumulativo.
A aprendizagem da criança nunca parte
do zero, pois é um fator que está ligado ao processo biológico, social e cultural
e começa antes da aprendizagem escolar.
Dessa forma, a criança relacionará o que já
conhece com tudo o que vai aprendendo por etapas, de acordo com seu nível
cronológico, expressando-se através de desenhos, modelagem, dramatizações,
sempre conduzida pelo interesse e pela curiosidade, como se pode notar na
citação abaixo.
As experiências que são
oportunizadas ao indivíduo na infância se tornam importantes no futuro. Por
isso, é de fundamental importância que a criança tenha oportunidade de estar inserido
em um ambiente que possibilite a socialização, o indivíduo e o bem-estar para
se lembrar do que foi oferecido, transformando todas as experiências vividas em
aprendizado, pois, segundo Madalena Freire (2003),
a criança desperta o desejo de aprender através de desafios e curiosidades, por
isso o professor tem que procurar despertar na criança o gosto pelo que é
ensinado na escola. Dentre muitas propostas de métodos pedagógicos sugerimos
algumas que julgamos ser importantes para a efetivação do processo
ensino-aprendizagem e são fundamentos na relação recíproca entre professor e
aluno.
4. Métodos de Ensino viável na contação
de história na Educação Infantil.
A Educação Infantil tem espaço para que o
professor desenvolva a sua criatividade, iniciativa e experimentação que pode
ser organizado no momento do planejamento, fator significativo na tematização da
contação de histórias em sala de aula,
visto que os mesmos podem estabelecer relações entre novos conhecimentos além do que as crianças já possuem, pois a escola,
enquanto espaço de promoção do saber, tem como uma de suas funções proporcionar
momentos de dúvidas e descobertas. O educador enquanto mediador da aprendizagem
deve ser inovador usando recursos
didáticos e métodos diversificados como alternativa para provocar na criança a
indagação que ensina, além de aguçar a busca pelo saber através de histórias
contadas.
O
método não diz respeito aos vários saberes que são transmitidos, mas, sim, ao
modo como se realiza a sua transmissão. Para melhor elucidarmos esta discussão,
faz-se necessário, que conheçamos os métodos e técnicas mais apropriadas para a
Educação Infantil e também os que são mais indicados para essa faixa etária.
Os
métodos que se constroem coletiva e solidariamente são diferentes daquele que
são determinados, de certa forma, a respeito de como devem ser realizadas as
atividades de sala de aula. Isto quer dizer que o estudo dos métodos não se
explica por si mesmo, uma vez que estes são neutros, estão necessariamente
contextualizados e respeitados um
referencial teórico.
4. 1 Métodos tradicionais: aula
expositiva
A
aula expositiva se contrapõe a uma variedade de modernas técnicas d ensino. Por
ser o método mais utilizado, é de grande eficácia e por mais que alguns queiram
bani-lo da sua prática educativa, não conseguem.
Partindo
dessas sugestões, aborda-se a utilização da aula expositiva como uma técnica de
ensino que, mesmo sendo considerada tradicional verbalista e autoritária,
poderá ser transformada em uma atividade dinâmica, participativa e estimuladora
do pensamento crítico do aluno (VEIGA 1991, p.36).
Hoje, a técnica da aula expositiva
só é viável se o professor assumir a posição de diálogo. Ao utilizá-lo, o
professor deve observar os seguintes
procedimentos:
_estabelecer
claramente os seus objetivos:
_planejar
a sequência dos tópicos:
_ procurar manter os alunos numa atitude de reflexão:
_ dar um “colorido emocional” à exposição:
_ promover exercícios rápidos:
_ efetuar recapitulações das noções
apresentadas
_ explorar
as vivências dos alunos para
enriquecer a exposição:
_
observar durante a aula, os sinais de aborrecimento ou cansaço dos alunos:
_
ficar num local visível para todos os alunos durante a aula, procurando movimentar-se,
não de maneira agitada, mas tranquila, e calmamente, sempre atendendo a todos
os setores da classe.
Durante a exposição, o professor anotará no
quadro algumas palavras-chaves da exposição.
4.2 Centro de interesse
O criador do método Centro de Interesse foi o
educador belga Ovídio Decroly. Esse
método leva em conta a evolução natural dos interesses da criança. Como a
criança é egocêntrica, ela, inicialmente, só se interessa por si mesma, por sua
vida e por suas coisas. O método de Decroly atualmente, (...) recebe um novo
enfoque. Os centros de interesse são definidos como sendo agrupamentos de
conteúdos e atividades educativas voltadas de temas centrais de grande
significados para criança. (PILETTI, 2004)
Esse
método apresenta três fases:
1ª Fase:
Observação- Nesta fase, a criança
observa coisa sobre o tema, sem o professor ter
falado sobre ele.Ex: Observação
das plantas.
2ª Fase: Associação – O professor fala sobre o
que foi observado, apresentando aspectos teóricos sobre o assunto. EX: Como crescem as plantas.
3ª Fase:
Expressão – A criança expressa algo a respeito do tema. Ex: Desenhe uma planta,
conversa sobre a vida das plantas, cultiva uma planta, etc.
4.3
Método Psicogenético.
Foi criado por Jean Piaget, biólogo e
filósofo suíço. Para ele o pensamento é a base em que se assenta a aprendizagem
e que a inteligência se manifesta através do pensamento. Ele começou a
observação a partir de seus próprios filhos e também dos alunos das escolas
primárias em suas brincadeiras, provocadas ou submetendo-os diversos testes.
Através dessas observações ele verificou que o desenvolvimento do pensamento e
da linguagem da criança se realiza através de etapas bem definidas. Significa
que o processo pedagógico modifica-se sucessivamente, de acordo o estágio de
desenvolvimento mental (psicogênese). O nível mental da criança é que determina
como o professor deve apresentar as situações didáticas, pois em cada estágio
do desenvolvimento a criança tem uma maneira diferente de aprender.
O Método Psicogenético guia-se por quatro
linhas fundamentais (ANGOTTI, 2002, p.140):
1. Situação-problema:
o continuo desafio à pesquisa, à
descoberta e invenção;
2. Dinâmica
de grupo: O grupo é o ambiente mais estimulador, que constrói a solidariedade, preservando
a individualidade;
3. Tomada
de consciência: Tomar consciência dos mecanismos que utilizou para realizar uma
atividade e a sua forma de construir a consciência social;
4. A
Avaliação: É um processo diagnostico permanente que auxilia e conduz o desenvolvimento.
5. A importância de contar História
Contar historia é algo prazeroso que
desperta no ouvinte o interesse pelos contos e pelos livros principalmente
quando consegue visualizar melhor as gravuras. Através das histórias contadas
as crianças se interagem melhor tanto com as outras como com a pessoa que está
contando a história, isso estabelece também laços efetivos, favorece a
interação com a história e outras crianças em seu meio.
Contar história é uma arte que
possibilita ver, imaginar, observar os sobre os personagens, e questionar, pois
representa a literatura grafada por aqueles que ainda não leem. Auxilia também na formação da autoestima,
traz benefícios linguísticos e cognitivos bem como o desenvolvimento da
imaginação do pensamento crítico, ampliação do vocabulário.
Segundo
Kramer (1994), o livro de referência para atuação docente fornecem dados
teóricos fundamentais sobre o desenvolvimento infantil, além de apresentar uma
série de ações pedagógicas que auxiliam no cotidiano das creches e das escolas de
Educação Infantil.
Nesse
sentido, é importante que o professor seja um observador ao escolher os livros
adequados para o seu uso pedagógico visto que as histórias infantis é uma
ferramenta aliada no processo de ensino e aprendizagem, e passou também a ser
compreendida como uma alternativa para se obter subsídios no redimensionamento
pedagógico e estabelecendo linhas
positivas na ação educativa.
Por esse motivo sabemos que as histórias
podem e devem ser utilizadas não somente como ponto de partida para ensinar os
conteúdos curriculares, mas também para ajudar as crianças a resolver seus
conflitos interiores, problemas de ordem pessoal e social. Neste sentido,
quanto mais cedo a criança tiver contato com os livros e perceber o prazer que
a leitura oferece, maior será a probabilidade dela se tornar um adulto leitor,
da mesma forma é através da contação de história, ela adquire uma postura
reflexiva e relevante â sua formação cognitiva. Quando a criança ouve uma
história é capaz de comentar, indagar e discutir sobre ela e realiza uma
interação verbal.
Sobre o
signo das convivências, a história sempre reuniu pessoas que contam e que
ouvem; em sociedades primitivas, sacerdotes e seus discípulos para a
transmissão de mitos e ritos da tribo; nos nossos tempos, em volta da mesa, à
hora das refeições, pessoas trazem notícias, trocam ideias, contam casos (GOTUS
2000, p. 5).
Desse modo, é importante o professor está
atento ao grau de entendimento e interesse dos alunos pelas histórias, pois
conforme Coelho (1998) precisa também está coerente à faixa etária para que
possa assimilar melhor.
A cada história narrada pode-se afirmar
que as crianças utilizam as situações vividas em caca história para tentar
compreender o mundo a sua volta. Os pequenos ainda não compreendem que isto está acontecendo, mais
os adultos podem através da observação perceber a utilidade prática que as
história infantis podem trazer para as
crianças dentro da sua sala de aula, um exemplo claro que seria o
desenvolvimento da oralidade, a construção de conhecimento que a própria
criança começa a demostrar através da fala e de suas ações. Para Bettelheim
(1990), ler histórias é um meio significativo para se trabalhar com as
crianças, porque elas estão carregadas de emoções como medo, tristeza, raiva,
alegria, espanto, insegurança, saudade e lembranças suscitando assim o
imaginário de cada criança.
Partindo dessas situações de aprendizagem a
criança pode ter as suas curiosidades respondidas e conseguir encontrar outras
ideias para resolver questões como os personagens das histórias fizeram. Isso é
uma grande possibilidade da criança descobrir outros lugares, outros tempos,
outras culturas.
6. Relato de Experiência
Segundo Cavalcante (2008), o bom
contador de história é alguém que possui a virtude natural para fazer da
palavra o conto mágico dos narrativos. Dessa forma podemos dizer que a história
leva a criança um passado misterioso, O antigo para o futuro onde se possa
viajar pelo o poder da imaginação.
Partindo desse pressuposto vimos a
necessidade de usar na prática pedagógica o hábito de contar, história a fim de
despertar na criança o gosto pela leitura e permitir o espaço para abertura de
novos horizontes. E por isso nós
professores da Educação Infantil utilizamos esse mecanismos para contar
histórias infantis, na Escola municipal professora Maria do Socorro Coelho
Silva na Pré-escola período I A
matutino, turma essa com 20 alunos.
Contar
história é realmente um ato que prova de fato o quanto é necessário usar esse
mecanismo como lúdico no processo de ensino e aprendizagem da criança, principalmente
as crianças menores. Ao contarmos as histórias elas demonstraram total
aceitação ficaram bastante atentas aos contos e foram bem participativas nos
momentos das indagações. Isso mostra que algo diferente é chamativo e
extremamente prazeroso para elas.
No decorrer das atividades
procuramos explorar todas as riquezas que cada história oferecia para o mundo
mágico da criança bem como, valores, atitudes, algo do imaginário assim como
outros fatores voltados à sua realidade.
No entanto ao dirigirmos às crianças
por meio de histórias estamos colocando em prática pedagógica algo diferente, enquanto
isso ela sente-se alegre e motivada na expectativa de ouvir a próxima história
acompanhada de dramatizações e recreações para possibilitar a compreensão das
histórias narradas e o desempenho das atividades propostas e brincadeiras. Daí,
observamos também o quanto foi surpreendente os resultados que as crianças apresentaram
através da oralidade, produções por meio de desenhos e dramatizações de
histórias. Com esse embasamento elas ampliaram as habilidades e foram capazes
de fazer comparações de personagens com sua realidade e outras demonstrações
dessa natureza.
Os contos foram realizados em três
momentos;
1º Momento. Algumas histórias foram
contadas em sala de aula pelas professoras A, B, C e D, usando os materiais
disponíveis como livros infantis, cartazes ilustrados para que as crianças
pudessem visualizar melhor as imagens dos personagens e também os textos para
interpretar melhor a história. E dai abriu um espaço para a oralidade das
crianças onde as mesmas fizeram suas produções e interpretaram por meio de
desenhos e interagindo as entre elas e com os
professores.
2º Momento. Aconteceu na sala de
leitura, nesse espaço, após a contação de outras histórias foi permitido a elas
ter contato com os livros infantis, ponderam realizar leitura conforme sua
capacidade de imaginação.
3º Momento. Aconteceu no laboratório de
informática. Nessa oportunidade foi realizadas outras histórias por meio das
tecnologias onde foi exibidos vídeos, podendo assim oferecer um trabalho
diferente, pois muitas dessas crianças não tem acesso a esses recursos e
nem manusear computador. Portanto
percebemos que a participação foi bem diferente das demais, elas ficaram mais
atentas e as descobertas foram significativas.
7. Considerações Finais
Ao realizar este trabalho sobre
importância da contação de história como instrumento da Educação Infantil,
nosso intuito foi desmistificar a imagem de que trabalhar com a Educação
Infantil é algo difícil, quando se tem como instrumento aliado a literatura
infantil. Se mantiver o hábito de ler para as
crianças desde os primeiros anos, com
certeza se tornarão pessoas críticas, reflexivas e seguras do que querem. E
isso deve ser uma prática contínua em nosso dia0,, e nosso atos de contar e ouvir histórias sendo cada vez mais aprimorado como recurso
para conquistar o educando.
Vale
lembrar que nós educadores temos a missão de contribuir para o desenvolvimento
intelecto matemático, cultural e social. È a literatura tem a função de abrir
caminhos, então cabe a nós educadores promover essa formação de novos
horizontes no mundo criativos, crítico, agradável, e prazeroso permitindo que a
literatura seja um contato ativo da criança com a leitura possibilitando a ela
aquisição de mais conhecimento e o processamento da comunicação. Nesse sentido
é importante ressaltar sobre as contribuições que adquirimos durante o processo
da contação de histórias para crianças da pré-escola período I, que nos levou a
doar parte do nosso tempo para elas, com isso a nossa prática pedagógica só teve
a ganhar com mais conhecimentos teóricos, o embasamento das
histórias, a cada pesquisa realizada em busca
de fundamentação teórica. Assim o que construímos no decorrer desse
processo usando as estratégias, o interesse quando se trata de ensinar a criança
a partir de histórias ilustram a nossa prática pedagógica e é de grande
relevância para a nossa formação profissional.
8.
Referencias
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WEFFORT, Madalena
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Rio de Janeiro: Paz e Terra. 2003.
[1] Graduada em Pedagogia pela Faculdade Guaraí –
FAG e Pós-graduanda do Curso de Especialização em Educação Infantil pela
Faculdade Guaraí.
[2] Graduada em Pedagogia pela Faculdade
Guaraí-FAG e Pós-graduanda do Curso de Especialização em Educação Infantil pela
Faculdade Guaraí.
[3] Graduada em Pedagogia pela UNITINS e
Pós-graduanda do Curso de Especialização em Educação Infantil pela Faculdade
Guaraí.
[4] Graduada em Pedagogia pela UNITINS e
Pós-graduanda do Curso de Especialização em Educação Infantil pela Faculdade
Guaraí.
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