ARTIGO A Importância da contação de história na Educação Infantil.



A Importância da contação de história na Educação Infantil.

            [1] Eliene Campos de Sousa
Email ene_campos@hotmail.com
                                                                                [2]  Francisca Alves de Sousa Bastos                                                     
Email fsbprof@hotmail.com                                                                                                                                                                                  [3] Izabel Cristina Jorge Lomazzi
Email cris_natbel@hotmail.com
                                                                                         [4]  Maria Sousa Nunes Pereira
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Resumo:
 O presente artigo aborda um breve histórico da Importância da Educação Infantil contextualizando sobre importância da contação de história na Educação Infantil, sendo a primeira etapa da educação básica do Brasil. Nessa fase o processo educativo tem o papel de construir o lúdico e o desfrutar da imaginação, da criatividade, do gosto pela história, pelas leituras e pela ampliação do conhecimento da criança, pois envolve o uso e o desenvolvimento de suas capacidades e habilidades para que a mesma se torne  autora do seu papel dentro do contexto que se insere. A concepção da contação de história infantis traz abordagem significativa para a esta fase da criança, pois reflete de dentro para fora, do simples para o complexo, onde a criança irá fazer escola em relação ao mundo que a cerca. Sendo assim buscamos situações e lugares onde a criança possa ampliar e adquirir novas experiências através de leitura e da interpretação das histórias infantis. Este artigo é resultado de um projeto de intervenção realizado na Escola Municipal Professora Maria do Socorro Coelho Silva. Situada na Av; W 7 S/N Setor são Luiz em Guaraí-To.,fundamentado em pesquisa bibliográfica. Após o finalizar das ações, podemos afirmar os seguintes resultados: melhoria na interação com os colegas e professores, resolução de conflitos, fixação dos conteúdos curriculares, ampliação do vocabulário, interesse pelos contos de histórias e mostraram ter mais aptidões pelas produções orais e desenhos.

Palavras-chaves: Educação Infantil, Contação de histórias, desenvolvimento da oralidade.

1. Introdução
     Pensando na influência que a literatura infantil exerce sobre o mundo da criança e que aumenta ainda mais a responsabilidade do educador no sentido de demonstrar para a mesma as diferentes formas de linguagem literárias e de descobertas onde a criança possa gostar de ler e aprender para que o hábito e o gosto pela leitura sejam tão importantes como alimento para a sobrevivência. Este artigo como fruto de um projeto de intervenção executado no período de dezesseis de março a treze de setembro de dois mil e doze. (16/03 a 13/09/2012) pretende apresentar estratégias pedagógicas e outros mecanismos como alguns métodos de ensino que possibilitem aos professores desempenhar as atividades com relação à contação de histórias infantis realizadas na Escola Municipal Professora Maria do Socorro Coelho Silva, Setor São Luiz Guaraí-To. Enfatizando seu desenvolvimento das ações experimentais na Educação Infantil, que o ensino infantil é e sempre será parte integrante desse processo educativo e não pode ser vista como prática isolada, mas algo em que a criança é parte principal do contexto.

2. Educação Infantil.

            De acordo com Figueiredo (2003), no Brasil, a Educação Infantil tem sido encarada de diversas formas, geralmente responsável por assumir funções como: assistência social, sanitária ou higiênica e, mais recentemente, pedagógica. “De “modo geral podemos dizer que no Brasil existem dois tipos de Educação Infantil: “A Educação Infantil dos Pobres” e a” Educação Infantil dos Ricos”.
            Segundo ele a Educação Infantil dos Pobres basear-se na concepção de que a criança das classes trabalhadoras tem deficiências de todos os tipos (nutricionistas, culturais e cognitivas, etc.). As mães das classes trabalhadoras precisam de algum lugar onde possam deixar seus filhos durante o dia, e para isso foram criadas as creches e pré-escolas públicas, local esse onde as crianças possam suprir as carências proveniente de seu meio social em que está inserida. Do outro lado tem-se a Educação Infantil dos Ricos, que também foi criada devido a necessidade que as mulheres/mães precisam trabalhar fora de casa, mas apresenta apresentam concepções e práticas diferentes. Os pais nesse caso pagam caro para que as crianças frequentem “escolinhas”, por isso as instituições esforçam-se para atender aos anseios das famílias que esperam garantir a melhor educação possível para os filhos.
            Há que se entender que a Educação Infantil não se restringe ao aspecto social e afetivo, embora seja de fundamental importância para garantir as demais aprendizagens.
     
 A escola dos pequeninos tem de ser o ambiente livre, onde o princípio pedagógico deve ser o respeito à liberdade e à criatividade das crianças. Nela, os pequeninos devem poder se locomover, ter atividades criativas que permitam sua auto-suficiência, e a desobediência e a agressividade  não devem ser coibidas e, sim, orientadas. Por serem condições necessárias ao sucesso das pessoas. (SAVIANI, 1994, p.15).

3. O Ensino na Educação Infantil
       
            O ensino envolve o uso e o desenvolvimento de capacidade e potencialidades, tanto no aspecto físico como mental afetivo e cognitivo. Além disso, é um processo dinâmico, contínuo, pessoal, gradativo e acumulativo.
            A aprendizagem da criança nunca parte do zero, pois é um fator que está ligado ao processo biológico, social e cultural e começa antes da aprendizagem escolar.
              Dessa forma, a criança relacionará o que já conhece com tudo o que vai aprendendo por etapas, de acordo com seu nível cronológico, expressando-se através de desenhos, modelagem, dramatizações, sempre conduzida pelo interesse e pela curiosidade, como se pode notar na citação abaixo.
            As experiências que são oportunizadas ao indivíduo na infância se tornam importantes no futuro. Por isso, é de fundamental importância que a criança tenha oportunidade de estar inserido em um ambiente que possibilite a socialização, o indivíduo e o bem-estar para se lembrar do que foi oferecido, transformando todas as experiências vividas em aprendizado, pois, segundo Madalena Freire (2003), a criança desperta o desejo de aprender através de desafios e curiosidades, por isso o professor tem que procurar despertar na criança o gosto pelo que é ensinado na escola. Dentre muitas propostas de métodos pedagógicos sugerimos algumas que julgamos ser importantes para a efetivação do processo ensino-aprendizagem e são fundamentos na relação recíproca entre professor e aluno.

4. Métodos de Ensino viável na contação de história na Educação Infantil.
             
                   A Educação Infantil tem espaço para que o professor desenvolva a sua criatividade, iniciativa e experimentação que pode ser organizado no momento do planejamento, fator significativo na tematização da contação de histórias em  sala de aula, visto que os mesmos podem estabelecer relações entre novos  conhecimentos além do  que as crianças já possuem, pois a escola, enquanto espaço de promoção do saber, tem como uma de suas funções proporcionar momentos de dúvidas e descobertas. O educador enquanto mediador da aprendizagem deve ser inovador  usando recursos didáticos e métodos diversificados como alternativa para provocar na criança a indagação que ensina, além de aguçar a busca pelo saber através de histórias contadas.
            O método não diz respeito aos vários saberes que são transmitidos, mas, sim, ao modo como se realiza a sua transmissão. Para melhor elucidarmos esta discussão, faz-se necessário, que conheçamos os métodos e técnicas mais apropriadas para a Educação Infantil e também os que são mais indicados para essa faixa etária.
            Os métodos que se constroem coletiva e solidariamente são diferentes daquele que são determinados, de certa forma, a respeito de como devem ser realizadas as atividades de sala de aula. Isto quer dizer que o estudo dos métodos não se explica por si mesmo, uma vez que estes são neutros, estão necessariamente contextualizados e respeitados um  referencial teórico.

4. 1 Métodos tradicionais: aula expositiva

            A aula expositiva se contrapõe a uma variedade de modernas técnicas d ensino. Por ser o método mais utilizado, é de grande eficácia e por mais que alguns queiram bani-lo da sua prática educativa, não conseguem.

Partindo dessas sugestões, aborda-se a utilização da aula expositiva como uma técnica de ensino que, mesmo sendo considerada tradicional verbalista e autoritária, poderá ser transformada em uma atividade dinâmica, participativa e estimuladora do pensamento crítico do aluno (VEIGA 1991, p.36).  

            Hoje, a técnica da aula expositiva só é viável se o professor assumir a posição de diálogo. Ao utilizá-lo, o professor deve observar os seguintes  procedimentos:
_estabelecer claramente os seus objetivos:
_planejar a sequência dos tópicos:
_  procurar manter os alunos numa atitude  de reflexão:
 _ dar um “colorido emocional”  à exposição:
 _ promover exercícios rápidos:
 _ efetuar recapitulações das noções apresentadas
 _ explorar  as  vivências dos alunos para enriquecer a exposição:
_ observar durante a aula, os sinais de aborrecimento ou cansaço dos alunos:
_ ficar num local visível para todos os alunos durante a aula, procurando movimentar-se, não de maneira agitada, mas tranquila, e calmamente, sempre atendendo a todos os setores da classe.
             Durante a exposição, o professor anotará no quadro algumas palavras-chaves da exposição.

4.2 Centro de interesse

             O criador do método Centro de Interesse foi o educador belga Ovídio  Decroly. Esse método leva em conta a evolução natural dos interesses da criança. Como a criança é egocêntrica, ela, inicialmente, só se interessa por si mesma, por sua vida e por suas coisas. O método de Decroly atualmente, (...) recebe um novo enfoque. Os centros de interesse são definidos como sendo agrupamentos de conteúdos e atividades educativas voltadas de temas centrais de grande significados para criança. (PILETTI, 2004)
Esse método apresenta três fases:
1ª Fase: Observação-  ­Nesta fase, a criança observa coisa sobre o tema, sem o professor ter  falado sobre ele.Ex:  Observação das  plantas.
 2ª Fase: Associação – O professor fala sobre o que foi observado, apresentando aspectos teóricos sobre o assunto.  EX: Como crescem as plantas.
3ª Fase: Expressão – A criança expressa algo a respeito do tema. Ex: Desenhe uma planta, conversa sobre a vida das plantas, cultiva uma planta, etc.

4.3  Método  Psicogenético.

              Foi criado por Jean Piaget, biólogo e filósofo suíço. Para ele o pensamento é a base em que se assenta a aprendizagem e que a inteligência se manifesta através do pensamento. Ele começou a observação a partir de seus próprios filhos e também dos alunos das escolas primárias em suas brincadeiras, provocadas ou submetendo-os diversos testes. Através dessas observações ele verificou que o desenvolvimento do pensamento e da linguagem da criança se realiza através de etapas bem definidas. Significa que o processo pedagógico modifica-se sucessivamente, de acordo o estágio de desenvolvimento mental (psicogênese). O nível mental da criança é que determina como o professor deve apresentar as situações didáticas, pois em cada estágio do desenvolvimento a criança tem uma maneira diferente de aprender.   
              O Método Psicogenético guia-se por quatro linhas fundamentais (ANGOTTI, 2002, p.140):
1.    Situação-problema: o continuo desafio à  pesquisa, à descoberta e invenção;
2.    Dinâmica de grupo: O grupo é o ambiente mais estimulador, que constrói a solidariedade, preservando a individualidade;
3.    Tomada de consciência: Tomar consciência dos mecanismos que utilizou para realizar uma atividade e a sua forma de construir a consciência social;
4.    A Avaliação: É um processo diagnostico permanente que auxilia e conduz o desenvolvimento.
    
                 



5. A importância de contar História
           Contar historia é algo prazeroso que desperta no ouvinte o interesse pelos contos e pelos livros principalmente quando consegue visualizar melhor as gravuras. Através das histórias contadas as crianças se interagem melhor tanto com as outras como com a pessoa que está contando a história, isso estabelece também laços efetivos, favorece a interação com a história e outras crianças em seu meio.
           Contar história é uma arte que possibilita ver, imaginar, observar os sobre os personagens, e questionar, pois representa a literatura grafada por aqueles que ainda não leem.  Auxilia também na formação da autoestima, traz benefícios linguísticos e cognitivos bem como o desenvolvimento da imaginação do pensamento crítico, ampliação do vocabulário.
Segundo Kramer (1994), o livro de referência para atuação docente fornecem dados teóricos fundamentais sobre o desenvolvimento infantil, além de apresentar uma série de ações pedagógicas que auxiliam no cotidiano das creches e das escolas de Educação Infantil.
Nesse sentido, é importante que o professor seja um observador ao escolher os livros adequados para o seu uso pedagógico visto que as histórias infantis é uma ferramenta aliada no processo de ensino e aprendizagem, e passou também a ser compreendida como uma alternativa para se obter subsídios no redimensionamento pedagógico e  estabelecendo linhas positivas na ação educativa.           
       Por esse motivo sabemos que as histórias podem e devem ser utilizadas não somente como ponto de partida para ensinar os conteúdos curriculares, mas também para ajudar as crianças a resolver seus conflitos interiores, problemas de ordem pessoal e social. Neste sentido, quanto mais cedo a criança tiver contato com os livros e perceber o prazer que a leitura oferece, maior será a probabilidade dela se tornar um adulto leitor, da mesma forma é através da contação de história, ela adquire uma postura reflexiva e relevante â sua formação cognitiva. Quando a criança ouve uma história é capaz de comentar, indagar e discutir sobre ela e realiza uma interação verbal.


Sobre o signo das convivências, a história sempre reuniu pessoas que contam e que ouvem; em sociedades primitivas, sacerdotes e seus discípulos para a transmissão de mitos e ritos da tribo; nos nossos tempos, em volta da mesa, à hora das refeições, pessoas trazem notícias, trocam ideias, contam casos (GOTUS 2000, p. 5).

             Desse modo, é importante o professor está atento ao grau de entendimento e interesse dos alunos pelas histórias, pois conforme Coelho (1998) precisa também está coerente à faixa etária para que possa assimilar melhor.
            A cada história narrada pode-se afirmar que as crianças utilizam as situações vividas em caca história para tentar compreender o mundo a sua volta. Os pequenos ainda não  compreendem que isto está acontecendo, mais os adultos podem através da observação perceber a utilidade prática que as história infantis  podem trazer para as crianças dentro da sua sala de aula, um exemplo claro que seria o desenvolvimento da oralidade, a construção de conhecimento que a própria criança começa a demostrar através da fala e de suas ações. Para Bettelheim (1990), ler histórias é um meio significativo para se trabalhar com as crianças, porque elas estão carregadas de emoções como medo, tristeza, raiva, alegria, espanto, insegurança, saudade e lembranças suscitando assim o imaginário de cada criança.
             Partindo dessas situações de aprendizagem a criança pode ter as suas curiosidades respondidas e conseguir encontrar outras ideias para resolver questões como os personagens das histórias fizeram. Isso é uma grande possibilidade da criança descobrir outros lugares, outros tempos, outras culturas.

6.   Relato de Experiência

            Segundo Cavalcante (2008), o bom contador de história é alguém que possui a virtude natural para fazer da palavra o conto mágico dos narrativos. Dessa forma podemos dizer que a história leva a criança um passado misterioso, O antigo para o futuro onde se possa viajar pelo o poder da imaginação.
            Partindo desse pressuposto vimos a necessidade de usar na prática pedagógica o hábito de contar, história a fim de despertar na criança o gosto pela leitura e permitir o espaço para abertura de novos horizontes.  E por isso nós professores da Educação Infantil utilizamos esse mecanismos para contar histórias infantis, na Escola municipal professora Maria do Socorro Coelho Silva  na Pré-escola período I A matutino, turma essa com 20 alunos.
Contar história é realmente um ato que prova de fato o quanto é necessário usar esse mecanismo como lúdico no processo de ensino e aprendizagem da criança, principalmente as crianças menores. Ao contarmos as histórias elas demonstraram total aceitação ficaram bastante atentas aos contos e foram bem participativas nos momentos das indagações. Isso mostra que algo diferente é chamativo e extremamente prazeroso para elas.
              No decorrer das atividades procuramos explorar todas as riquezas que cada história oferecia para o mundo mágico da criança bem como, valores, atitudes, algo do imaginário assim como outros fatores voltados à sua realidade.
            No entanto ao dirigirmos às crianças por meio de histórias estamos colocando em prática pedagógica algo diferente, enquanto isso ela sente-se alegre e motivada na expectativa de ouvir a próxima história acompanhada de dramatizações e recreações para possibilitar a compreensão das histórias narradas e o desempenho das atividades propostas e brincadeiras. Daí, observamos também o quanto foi surpreendente os resultados que as crianças apresentaram através da oralidade, produções por meio de desenhos e dramatizações de histórias. Com esse embasamento elas ampliaram as habilidades e foram capazes de fazer comparações de personagens com sua realidade e outras demonstrações dessa natureza.
      Os contos foram realizados em três momentos;
       1º Momento. Algumas histórias foram contadas em sala de aula pelas professoras A, B, C e D, usando os materiais disponíveis como livros infantis, cartazes ilustrados para que as crianças pudessem visualizar melhor as imagens dos personagens e também os textos para interpretar melhor a história. E dai abriu um espaço para a oralidade das crianças onde as mesmas fizeram suas produções e interpretaram por meio de desenhos e interagindo as entre elas e com os  professores.
       2º Momento. Aconteceu na sala de leitura, nesse espaço, após a contação de outras histórias foi permitido a elas ter contato com os livros infantis, ponderam realizar leitura conforme sua capacidade de imaginação.
     3º Momento. Aconteceu no laboratório de informática. Nessa oportunidade foi realizadas outras histórias por meio das tecnologias onde foi exibidos vídeos, podendo assim oferecer um trabalho diferente, pois muitas dessas crianças não tem acesso a esses recursos e nem  manusear computador. Portanto percebemos que a participação foi bem diferente das demais, elas ficaram mais atentas e as descobertas foram significativas.

7.  Considerações Finais

            Ao realizar este trabalho sobre importância da contação de história como instrumento da Educação Infantil, nosso intuito foi desmistificar a imagem de que trabalhar com a Educação Infantil é algo difícil, quando se tem como instrumento aliado a literatura infantil. Se mantiver o hábito de ler para as crianças  desde os primeiros anos, com certeza se tornarão pessoas críticas, reflexivas e seguras do que querem. E isso deve ser uma prática contínua em nosso dia0,, e nosso atos de contar  e ouvir histórias  sendo cada vez mais aprimorado como recurso para conquistar o educando.
            Vale lembrar que nós educadores temos a missão de contribuir para o desenvolvimento intelecto matemático, cultural e social. È a literatura tem a função de abrir caminhos, então cabe a nós educadores promover essa formação de novos horizontes no mundo criativos, crítico, agradável, e prazeroso permitindo que a literatura seja um contato ativo da criança com a leitura possibilitando a ela aquisição de mais conhecimento e o processamento da comunicação. Nesse sentido é importante ressaltar sobre as contribuições que adquirimos durante o processo da contação de histórias para crianças da pré-escola período I, que nos levou a doar parte do nosso tempo para elas, com isso a nossa prática pedagógica só teve a ganhar com  mais  conhecimentos teóricos, o embasamento das histórias, a cada pesquisa realizada em busca  de fundamentação teórica. Assim o que construímos no decorrer desse processo usando as estratégias, o interesse quando se trata de ensinar a criança a partir de histórias ilustram a nossa prática pedagógica e é de grande relevância para a nossa formação profissional.

8.  Referencias

 ALVES, Rubem. Alegria de Ensinar. 4. ed. Campinas:S.P: Papirus, 2001.
ANGOTTI, Maristela. O trabalho docente na pré-escola, revisando teorias, descortinando práticas. São Paulo. Pioneira; Thason Learning, 2002.
BETTELHEIM, Bruno. A Psicanálise dos Contos de Fadas- B ed. Editora. Paz e Terra- 1990.
CALVACANTE, Joana. Caminhos da literatura Infantil e Juvenil: Dinâmicas e vivências na ação pedagógica. 3ª Ed. São Paulo: Paulinos 2008.
COELHO, Bety. Contar história: Uma arte sem idade. São Paulo. Ática.1998.
KRAMER, S. Com a pré-escola nas mãos. Uma alternativa Curricular para a Educação Infantil. São Paulo. Ática.1994.
MARCOZZI, Alayde Madeira; DORNELLES, Leny W.; REGO, Marion V.B. Sá. Ensinando a criança: um guia para o professor. 3. Ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 985.
MÉTODOS DE ENSINO. Archives, Jean Piaget. Universidade de Genebra. Disponível em: http://www.google.com.br.> Acesso em:28/112012.
PILETTE, Claudino. Didática Geral. 23. Ed. São Paulo: Ática 2004.(Série Educação).
SAVIANI, N. Saberes escolar: Currículo e didática-Problemas da unidade de conteúdo / Métodos no processo pedagógico. Campinas; São Paulo: Autores Associados, 1994.
WEFFORT, Madalena Freire. A paixão de conhecer o mundo. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 2003.


[1]  Graduada em Pedagogia pela Faculdade Guaraí – FAG e Pós-graduanda do Curso de Especialização em Educação Infantil pela Faculdade Guaraí.
[2]  Graduada em Pedagogia pela Faculdade Guaraí-FAG e Pós-graduanda do Curso de Especialização em Educação Infantil pela Faculdade Guaraí.
[3]  Graduada em Pedagogia pela UNITINS e Pós-graduanda do Curso de Especialização em Educação Infantil pela Faculdade Guaraí.
[4]  Graduada em Pedagogia pela UNITINS e Pós-graduanda do Curso de Especialização em Educação Infantil pela Faculdade Guaraí.

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